
28 anos.
Mãe bem-descasada.
Com uma linda filha de 6 anos.
Redatora Técnica.
Moradora de Niterói/RJ.
Frequentadora de Itacoatiara.
Temperamental.
Divertida.
Sarcástica.
Irritante.
Constantemente Irritada,
Porém sempre bem-humorada,
Pelo menos com quem não mora na minha casa... ;)
Em dietas que nunca se cumprem.
Nem gorda, mas também longe de ser magra...
Verdade seja dita: "marginalmente" acima do peso!
E aí?
Qual a sua impressão?
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É... Quando um encanto se quebra não há rejunte que o restaure. Como uma lâmpada que se espatifa no chão: você pode colocar outra no lugar, mas nunca refazer a antiga.
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Depois de um chope com os amigos, João de Deus chega em casa e encontra a porta aberta. Entra pela sala escura e tranca, pensando se, com isso, estará trancando alguém do lado de fora. Ouve um burburinho no quarto e vai verificar se deveria mesmo manter a porta trancada. Ao conferir que todos estão dentro de casa, liga seu computador e vai tomar um banho. Terminado o banho, se dirige à cozinha. Saca da despensa uma lata de atum e uma lata de leite em pó. Abre a primeira e come metade de seu conteúdo. Depois, abre a segunda, enche um copo pequeno com leite em pó e volta ao seu quarto para comer, enquanto verifica as novidades no computador.
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Foi-se o tempo em que esperávamos que tudo ocorresse conforme um doce filme de romance. Hoje a revolta é por não poder culpar ninguém pelos sonhos quebrados. Desilusão, decepção, mágoa só acontecem por expectativas infundadas. Não há quem culpar além de você mesmo. Culpar alguém por uma expectativa que você criou é algo profundamente injusto. Não criar expectativas é algo completamente irreal. Saber diferenciar pessoas de ações, de situações, de atitudes, é algo nobre que não se adquire nem com o tempo, nem com a maturidade.
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Por duas vezes João de Deus passou do ponto. Adormecido, em seu longo caminho de retorno, por duas vezes ele saltou um ponto mais distante num mesmo dia. Quase numa mesma hora. Morar longe tem suas vantagens. E desvantagens. Porque razão ele adormeceu tão profundamente, ele acha curioso: Seus curtos sonhos (ou talvez devaneios) se misturavam tão bem com sua realidade atual que não havia como não esquecer de onde estava, de como chegara ali, de que, na verdade, adormecera. Seu semblante, cansado, justificava qualquer ato falho. Seus olhos, embriagados. De sono. De vinho. De desilusões. De razões.
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Nada como o tempo para curar. Nada como o tempo para sanar. Nada como o tempo para separar. Nada como o tempo para remediar. Nada como o tempo para precaver. Nada como tempo para reatar. Nada como o tempo.
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Boa noite, João.
Enquanto João de Deus não vem...
SPC = Solução Para Consumistas. Sabia não? Pois é... Eu tb não! Mas enquanto João de Deus não vem com meu bilhete premiado, a gente apela ao SPC para postergar algumas contas e, mais do que tudo, travar todos os créditos.
A história toda começa assim: você ganha um cartão de crédito, com conta bancária vinculada a um grosso talão de cheques e um limite de negativo antes mesmo de se formar. - Na verdade, logo ao entrar na faculdade. - Aí você pensa: "Por que deixar pra comprar no final do mês se posso colocar no cartão, juntar o dindin da passagem e pagar depois?". Então faz as contas e vê que dá pra pagar. Aí você passa por outra loja e descobre que pode parcelar sem juros. Você logo pensa: "Por que não comprar agora tudo que preciso se posso pagar depois em suaves prestações?" E mete mais uns não-sei-quantos Reais na sacola em forma de coisas que você queria, mas não precisava. Meses depois, a conta chega, mas o estágio, não. Você então pensa: "Mínimo existe pra isso!" E vai levando. Caminhando e cantando, e seguindo a canção... Até que você larga a faculdade e arruma um emprego. Agora sim! Você se vê livre de todo martírio. Seu tormento está por findar! Espera só o primeiro pagamento chegar! Na metade do mês, decide que precisa de roupas para se apresentar profissionalmente. "Oras" - Você pensa - "Terei dinheiro para pagar ao longo dos meses... E, afinal, é um investimento e não uma despesa!" Meia hora dentro de um shopping e começa a ver um monte de coisas que "precisa". É... Não será mais no primeiro mês que liquidará sua dívida. E assim vai. Caminhando e cantando, e seguindo a canção... Num acesso de desespero aonde o mínimo do cartão já é quase o seu salário (afinal, depois de anos como cliente, o generoso banco já colocou seu limite ao dobro do que recebe), descobre uma financeira ali do lado que empresta sem juros nem burocracia. "É a solução! Não tenho outra saída!" Eis que, depois de adquirido o empréstimo, você para e pensa: "Que cagada! Vou pagar o dobro do q peguei!" Mas enfim... É a vida e você não tinha outra solução! E vai levando. Caminhando e cantando, e seguindo a canção... Como a canção é mais longa que samba-enredo em dia de desfile (aquela meleca que repete trocentas vezes até você bater com a cabeça na parede), vamos resumir a história: Um belo dia você repara que seu cartão deu cria! Fez família e prole mais rápido que você mesma! Sua carteira nem fecha mais de tanto cartão. Tudo estourado! Vai naquela de "fazer um pra pagar o outro". Até que você para e pensa que o temido SPC pode ser na verdade uma caderneta de poupança para os afogados. Digamos que ele sirva como uma espécie de laqueadura... Será? Se até ano que vem eu não tiver cortado os pulsos, eu conto a vocês! ;)
Rapidinhas
Isso aqui tem andado muito parado, neh? Vamos tentar agitar... Estou com umas idéias novas e divertidas. Talvez até abra um novo blog para reservar a brincadeira num lugar próprio para ela. O problema é a falta de tempo... Trabalho anda super a mil, Graças ao Papai do Céu, não deixando tempo pra pensar demais em nada: problemas, computador, blog...
Por falar em trabalho, e atendendo a pedidos, já aviso que estou sem telefone celular. Desculpem as expressões nada próprias para o ambiente, porém um filho da - Piii-, desgraçado, sem pai nem mãe, cínico, cretino, babaca e quantas qualidades de baixo escalão possamos pensar (as mais adequadas não podem ser expressas claramente aqui) roubou o meu aparelho novinho. Não gente. Não fui vítima da tão falada violência do Rio! Este filho de uma vaca perneta, das tetas secas e por aí vai, é um dos meus colegas de trabalho. Quem? Quando vc descobrir, avisa! Como assim? Roubaram o meu amado aparelho em cima da minha mesa num belo dia em que o esqueci ali, desamparado, e fui almoçar. Sim, eu tentei ligar pra ele. Sim, eu procurei em todos os lugares. Sim, eu tenho certeza que ele estava lá, pois o próprio dono da empresa mexeu no aparelho 5 minutos antes do meu regresso. Sim, respondi a todas estas perguntas e mais um monte umas quinhentas vezes! O filha da pu.. (opsss... foi mal mas a vontade é de gritar o palavrão completo vááárias vezes), mas o filho da pu.. (ops de novo), o filho de uma égua manca, cega dos três olhos (exatamente: dos 3!), pegou meu cel na cara dura uns 5 minutos antes d'eu retornar do almoço. Pior que o aparelho custava uma nota e só pude comprá-lo pq aproveitei uma promoção ou erro da claro que o vendeu por 5% do valor de loja... Enfim. Algo que provavelmente não terei mais tão cedo. Mas deixa só. O desembestado vai ter um piriri tão grande que até o terceiro olho da tal égua cega vai voltar a enxergar! Deixa só...
Humor negro a parte, claro e evidente que mais do que tristeza, estou magoada pela falta de consideração e por saber que é alguém muuuuito próximo. Alguém que não respeita, nem considera... Enfim, coisas da vida!
Mas vamos agitar este lugar, pois, como disse um novo amigo meu, isso aqui anda com um clima mais pesado que compra de pobre depois que ganha uma fezinha no jogo do bicho. Vou ver se posto neste fim de semana a história do João de Deus e seus feitos... rs
Beijocas
Ah! A todos amigos, obrigada pelo apoio e carinho! As coisas andam bem mais calmas por enquanto...
Lou, ainda quero news da viagem! (...) Marcelo e Macedo, sempre super fofos, amo vocês! Obrigada pela visita e pelo super recadinho! Temos que marcar aquele chope, neh?